Destino Final

Ela começou de novo pela quarta vez, mas mesmo assim o medo, o frio na barriga, a ansiedade, a insegurança, as dúvidas estavam lá presentes, talvez, até mais intensas do que da primeira vez.

Ela não sabia o que a esperava, não sabia se dessa vez daria certo, se essa seria sua última vez, ou se seria só mais uma entre outras que ainda estavam por vir, mas lá no fundo ela torcia com toda a alma e o coração pra dar certo e não precisar passar por isso outras vezes, mas ela sabia que isso não dependia somente dela e que seria necessário muito esforço, dedicação, paciência e persistência pra concluir seu objetivo mais intimo.

Havia cobrança de todos os lados, família, amigos e conhecidos.. os amigos muitas vezes não entendiam o motivo por não estar disponível como antigamente, a família reclamava da ausência nas reuniões de domingo e até os conhecidos, como professores da academia, perguntavam pelo seu sumiço.

Nunca ninguém disse que seria fácil, que as pessoas iriam entender, te apoiar, incentivar, ou ao menos respeitar suas decisões. As pessoas falam que ficam felizes pelos sucessos, felicidades dos outros, mas até que ponto? Até não interferir na vontade própria ou não ir de encontro com as expectativas esperadas?

O caso descrito nos primeiros parágrafos poderiam ser exemplos de diversas situações, como relacionamentos, faculdade, emprego, mudança de casa, etc… Cada pessoa interpretou, provavelmente, na situação que mais se adequa no momento. A mensagem a ser passada é sobre persistência, a importância de acreditar nos seus objetivos e sonhos e, não desistir por falta de incentivo, por inundações de críticas e problemas que irão aparecer. Seja firme, forte e focado, se o caminho precisar mudar, mude, mas tenha o destino final sempre em mente. A nossa maior inspiração vem de dentro, lembre e acredite sempre nisso.

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Transição…

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Eu não tenho mais tempo pra passar horas no espelho imaginando que corte de cabelo ficaria melhor com o formato do meu rosto. Não fico horas e horas antes de dormir imaginando a roupa da festa do próximo final de semana. Não janto mais com minha família e conversamos como foi o dia de cada um. Não sento mais no chão da sala e brinco com minha cachorra sem me preocupar com o tempo.

Hoje, eu tenho responsabilidades que sugam grande parte do meu tempo, tento me organizar do melhor jeito possível para conseguir fazer tudo que quero e sim, eu conseguiria fazer tudo, têm alguns horários em branco no meu planejamento, mas, hoje, não tenho disposição, o cansaço me consome, quando vejo um tempo livre, agradeço esse espaço que posso ficar jogada na cama pensando em nada, sendo a minha única preocupação não ocupar minha mente com nada que me faça pensar demais.

Esses dois primeiros parágrafos pareceram meio tristes para vocês? Vocês que estudam, trabalham, namoram e tentam manter uma vida social ativa se sentem assim também, ou é drama? Já ouvi muito isso!

Quanto tempo a faculdade, os estudos… (sim, faculdade e estudos são coisas muito diferentes! Faculdade são aquelas 4/5 horas que você passa em um ambiente universitário, estudos são aquelas infinitas horas que você tenta ler a matéria da aula anterior, fazer uns exercícios para a próxima aula, tenta entender uma teoria que o professor explicou 2 vezes em sala e que você não conseguiu pegar o raciocínio) … o trabalho, o namoro, as amizades, as responsabilidades tomam quanto tempo na sua vida? Na minha vida, tudo isso que eu citei, toma todo o tempo e eu me sinto sufocada muitas vezes por ter muitas coisas pra fazer, por não querer fazer nenhuma delas, mas saber que fui eu mesma que escolhi isso para mim e quero faze-las. Contraditório, não?

Sempre ouvi falar que a adolescência é uma das fases mais difíceis da vida, mas a transição adolescente-adulto pra mim está sendo muito mais. Eu preciso me preocupar com o trabalho, com os estudos e com a vida pessoal e 24h não são suficientes. Precisaria de menos cobranças, mais descanso, mais empatia das pessoas, uma sociedade mais calma, com menos pressão nos jovens expondo a necessidade de ficar economicamente estável antes dos 30 e ganhar o mundo.

Vamos com calma, por favor. Vocês de 60 anos são os novos 50 de 20 anos atrás, por que eu preciso ser o novo 40 de 30 anos se tenho apenas 20 e poucos? Nos ajudem a nos tornarmos aquilo que queremos ser e não aquilo que é socialmente definido anos a fio.

Deixa eu ter calma, não me cobre tanto, eu já me sinto assim diariamente. Confia em mim… Nós vamos conseguir ser aquilo que vocês desejam, e, o mais importante, aquilo que queremos ser.

 

 

 

Essa independência que me mata!

Mais uma vez me vi lidando com a independência por livre e pura pressão da vida.

Quando decidi fazer meu intercâmbio foi um ideia louca que veio na minha cabeça e eu acabei fechando logo a viagem pra não pensar muito e acabar desistindo. No início, lidar com essa independência toda foi muito difícil, mas depois consegui me acostumar, gostar e quando peguei aquele amor todo pela tal independência minha viagem acabou infelizmente.

Mas mesmo assim, foi tempo suficiente pra aprender várias coisas e perceber que por mais independência que eu tenha, eu nunca estarei sozinha e que eu amo ter pessoas ao meu redor e depender um pouquinho delas sempre é bom, pra mim pelo menos.

Dessa vez foi ao contrário. Meus pais foram viajar e eu fiquei em casa. Achei muito legal eles saírem pra curtir um pouco e tudo mais, mas a viagem foi chegando e o medinho de ficar sozinha em casa foi aumentando. No primeiro dia que eles foram foi bem estranho, quando cheguei em casa e não tinha ninguém foi muito ruim, no segundo dia nos falamos melhor pelo Facetime e ai as coisas já começaram a melhorar.

Eles voltam daqui há alguns dias e estou começando a gostar de me sentir independente com várias tarefas, responsabilidades e tudo mais. É engraçado, porque ao mesmo tempo que eu sinto muita falta deles, eu me sinto muito bem e me sinto útil por estar conseguindo me virar bem sem precisar da ajuda deles.

Então, por mais que eu sinta medo no início, sei que as coisas não vão ser tão ruins como havia imaginado e acabo me sentindo com o sentimento de dever cumprido e até com um certo orgulhinho de conseguir me virar bem sozinha, ou seja, acabo me surpreendendo quando essas situações acontecem. Eu só deveria parar de chorar tanto antes desses acontecimentos. HAHAHA

E vocês? Gostam de ficar sozinhos/as em casa? Lidam bem com a independência?

Beijinhos :*

Feirinha Gastronômica

Esse final de semana aconteceu uma feirinha gastronômica aqui perto de casa e eu estava louca pra ir em uma ver como funciona e experimentar as comidas.

A feira aconteceu na Praça do Bom Parto, Tatuapé, durante o sábado e o domingo das 12hrs às 18hrs.

Eu fui no domingo apenas e fiquei apaixonada pelo evento. Havia várias barraquinhas de comidas e Food trucks, uma variação enorme de comidas e tudo quanto é tipo de sobremesa. Entre as comidas era possível encontrar: hamburguers, macarrão, paella, bacalhau, coxinha doce e salgada, lanches de vários sabores, pastel, bolo, brigadeiro, milk shake, pudim, cerveja, churros, comida mexicana, churrasco, crepe, pizza em cone e alguns outros que não consegui ver. Ou seja, tinha muuuuita comida, e o melhor, comida gostosa.

Eu pedi um hambúrguer maravilhoso, ele veio com uma mini porção de batata fritas e paguei R$20. Foi feito super rápido e não perdeu em nada pras lanchonetes que eu estou acostumada a ir. Era pão de hamburguer, cream cheese, cebola crisp, queijo cheddar e molho especial da chefe (era um molho de tomate), essa combinação ficou muito boa e super aprovei esse lanche da barraquinha Vivi Express.

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Pedi pra dividir com meu namorado uma porção de coxinhas do Food Truck Só Coxinhas e estava sensacional, pedimos a tradicional de frango, mas havia outros sabores como de doce de leite. Pagamos R$12.

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Meu namorado pediu um outro lanche de picanha cortadinha com um molho BBQ, cebola frita em rodelas no pão ciabatta e maionese de alho. Esse lanche estava muito gostoso também e todo mundo que passava pela nossa mesa dava uma olhadinha.

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O ambiente era bem família, tinha brinquedo para as crianças se divertirem, música ao vivo, mesinhas para comermos confortavelmente. Foi um passeio muito agradável, o ambiente era tranquilo e muito gostoso.

Parece que semana que vem acontecerá um encontro de Food Trucks no estacionamento do Parque Ceret, Anália Franco, quem tiver interesse em passeios desse tipo é muito legal.

Se você mora longe desses locais que eu indiquei é só pesquisar no facebook, eu tenho certeza que você vai encontrar uma feirinha ou um food truck perto da sua casa, eles ficam rodando Sp e estão sempre presentes nos bairros da cidade.

Esse foi o evento oficial do Facebook onde achei todas as informações sobre a feirinha e há fotos sobre o evento.

Espero que tenham gostado.

Beijinhos :*